"[...] As minhas unhas começaram a serem roídas em 2011, quando eu estava na 4a Série (5° Ano), do Fundamental I. E, nesses anos todos, elas não dizem só sobre àquela época, mas, sim, também, à todos esses anos... Eu tentei, desde sempre, me colocar em "pronta-resposta", ante os fantasmas e sombras que foram me aparecendo no caminho, na tentativa de me ver, minimamente, operante. E influente. Com o tempo, percebi que não conseguia nenhum dos dois. Inclusive, até meses e anos atrás. O "ALERTA" era constante, não desligava, e, também, era inútil. Eu, já apelava, às vezes, até para o místico, em lampejos, à controversa, e questionável, FÉ. Enfim... Nunca me senti autônomo, mas, sim, impotente. Extremamente impotente. Ante os cuidados sufocantes e às "censuras" de mais velhos. Silenciava! E... inoperante. Minhas unhas sangravam, eram roídas, e são até hoje, às vezes soltando, mesmo, até, pus, ao inflamar. Eu ficava daquele jeito, sempre, porque era minha resposta, àquilo. O meu desejo, frustrado... E, me punia, então, por não conseguir, ou sentir que estava conseguindo... ficava um gosto muito amargo, a insegurança, a descrença, a apatia, a evitabilidade e a auto-anulação (Pulsão de Morte e Mecanismos de Defesa, em Freud; morbidez; insalubridade)!
Com outros "cacoetes" mais, psicoses; paranóias, vieram, também... (Meu elo, e meus laços sociais, com colegas, familiares, garotas, eram todos frustrados e quebradiços, sensível, frágil).
Hoje, no meu limiar e atravessando a linha, a qual estou a cruzar, me permite vislumbrar, já, um futuro DIFERENTE. Meu recado, em boa parte, já foi dado. E eu farei!!! VAI DAR CERTO".
- Luís Fernando da S. Ferreira ⚔️
De certo, que: "[...] entre outras coisas, eu não fui forjado para compreender as emoções, sentimentos e paradigmas mundanos e humanos, com 11 anos de idade. Como a maioria da minha geração e anterior. Minhas unhas sangravam, meu Coração, também, SANGROU". - Luís F.
"[...] Mas, não tem problema... Tenho talentos e dons de sobra. Meus vizinhos e meus amigos de infância são todos doidos e/ou fodidos. Minha camada social é situada às margens em quase tudo, e, apesar, vivo com relativo conforto, tenho recursos, busco sempre meios de viabilizar meu progresso e me manter bem situado quanto às informações, neste mundo Globalizado e tecnológico, e, tenho CORAGEM. Nunca fui covarde".








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